Em resumo
A 11,28% ao ano, a média do Banco Central nos novos financiamentos habitacionais a pessoas físicas em agosto de 2026, um financiamento de R$ 400.000 em 30 anos custa R$ 3.730 por mês pela Tabela Price (prestação constante), ou R$ 4.690 no primeiro mês caindo para R$ 1.121 pelo SAC (amortização constante), que custa R$ 296.733 a menos de juros no total. Pelas regras do CMN, os bancos podem financiar no máximo 80% do valor de avaliação (90% pelo SAC); no SFH, para imóveis de até R$ 2.250.000, o custo efetivo é limitado a 12% ao ano.
Prestação Price a 11,28%, por valor e prazo
| Financiamento | 20 anos | 30 anos | 35 anos |
|---|---|---|---|
| R$ 200 mil | R$ 2.029 | R$ 1.865 | R$ 1.833 |
| R$ 400 mil | R$ 4.057 | R$ 3.730 | R$ 3.666 |
| R$ 800 mil | R$ 8.114 | R$ 7.459 | R$ 7.331 |
Taxa mensal 0,8946%. Médias do Banco Central nos novos financiamentos habitacionais a pessoas físicas, agosto de 2026: 14,24% a taxas de mercado (SGS 20772), 10,91% a taxas reguladas (SGS 20773), 11,28% no total (SGS 20774). Meta da Selic: 13,75% desde 17 de setembro de 2026 (reunião 281 do Copom).
Antes de financiar
Informação geral extraída das fontes oficiais citadas e datadas nesta página. Não é assessoria jurídica, tributária ou financeira: para a sua situação, consulte um profissional habilitado.
Fontes
- Banco Central do Brasil, decisões do Copom (historicotaxasjuros)
- Taxa média de juros das novas operações de financiamento imobiliário a pessoas físicas com taxas de mercado (SGS 20772): Banco Central do Brasil, SGS 20772 (Dados abertos do Banco Central do Brasil, ODbL 1.0).
- Taxa média de juros das novas operações de financiamento imobiliário a pessoas físicas com taxas reguladas (SGS 20773): Banco Central do Brasil, SGS 20773 (Dados abertos do Banco Central do Brasil, ODbL 1.0).
- Taxa média de juros das novas operações de financiamento imobiliário a pessoas físicas, total (SGS 20774): Banco Central do Brasil, SGS 20774 (Dados abertos do Banco Central do Brasil, ODbL 1.0).
- Resolução CMN 4.676/2018, arts. 6 e 13, alterada pelas Resoluções 5.197/2025 e 5.255/2025 (Banco Central do Brasil)